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Voo cancelado na Pandemia?

Confira o que fazer para não cair em uma “furada”!

Ao passo em que a Pandemia do Corona Vírus (COVID-19) pareceu vir ganhando desdobramentos com a chegada de vacinas e a redução de medidas restritivas, os viajantes de plantão foram retomando certa segurança para investirem em passagens aéreas, afinal, seja a passeio, ou a trabalho, a viagem faz parte da rotina de mais de 100 milhões de brasileiros, segundo os dados divulgados pela ANAC em 2019 (pré-pandemia).

O que muitos não sabem é que, apesar de parecer que o setor aéreo vem se reestruturando, ainda há muita instabilidade na regularidade dos voos nacionais e internacionais, o que vem gerando muitos cancelamentos e atrasos de voos e deixando muitos passageiros desprovidos de qualquer assistência material.

 

Voo cancelado na Pandemia?

Confira o que fazer para não cair em uma “furada”!

Ao passo em que a Pandemia do Corona Vírus (COVID-19) pareceu vir ganhando desdobramentos com a chegada de vacinas e a redução de medidas restritivas, os viajantes de plantão foram retomando certa segurança para investirem em passagens aéreas, afinal, seja a passeio, ou a trabalho, a viagem faz parte da rotina de mais de 100 milhões de brasileiros, segundo os dados divulgados pela ANAC em 2019 (pré-pandemia).

O que muitos não sabem é que, apesar de parecer que o setor aéreo vem se reestruturando, ainda há muita instabilidade na regularidade dos voos nacionais e internacionais, o que vem gerando muitos cancelamentos e atrasos de voos e deixando muitos passageiros desprovidos de qualquer assistência material.

O que vem acontecendo é que consumidores desavisados estão comprando passagens para voos que sequer existem ou estão fora de operação há meses. E depois, recebem a notícia do cancelamento.

O pior é que, com as novas medidas emergenciais que visam regulamentar a aviação civil brasileira no período da pandemia da Covid-19, nessas situações de cancelamento do voo, se o passageiro optar pelo reembolso do valor pago na passagem, ainda que não tenha sido dele a culpa pelo cancelamento, a empresa aérea poderá reembolsá-lo no prazo de 12 meses.

Nesses casos, de acordo com a Lei 14.034 de 2020, que vale para voos com data marcada até 31 de outubro de 2021, há também as opções de remarcação do voo ou a opção de receber um crédito de valor maior ou igual ao da passagem, que geralmente são oferecidos em forma de “Voucher” pelas aéreas.

Mas, nem sempre essas opções são interessantes para os passageiros que só podiam viajar naquela data específica. Por isso, para evitar tamanha frustração e o ônus de ter que esperar 12 meses por um reembolso, deixamos um tutorial com alguns passos simples sobre como e onde identificar um voo que esteja operando normalmente, antes de comprar sua passagem. Confira!

O que vem acontecendo é que consumidores desavisados estão comprando passagens para voos que sequer existem ou estão fora de operação há meses. E depois, recebem a notícia do cancelamento.

O pior é que, com as novas medidas emergenciais que visam regulamentar a aviação civil brasileira no período da pandemia da Covid-19, nessas situações de cancelamento do voo, se o passageiro optar pelo reembolso do valor pago na passagem, ainda que não tenha sido dele a culpa pelo cancelamento, a empresa aérea poderá reembolsá-lo no prazo de 12 meses.

Nesses casos, de acordo com a Lei 14.034 de 2020, que vale para voos com data marcada até 31 de outubro de 2021, há também as opções de remarcação do voo ou a opção de receber um crédito de valor maior ou igual ao da passagem, que geralmente são oferecidos em forma de “Voucher” pelas aéreas.

Mas, nem sempre essas opções são interessantes para os passageiros que só podiam viajar naquela data específica. Por isso, para evitar tamanha frustração e o ônus de ter que esperar 12 meses por um reembolso, deixamos um tutorial com alguns passos simples sobre como e onde identificar um voo que esteja operando normalmente, antes de comprar sua passagem. Confira!

Tutorial para se prevenir no momento de
comprar sua passagem

Tutorial para se prevenir no momento de comprar sua passagem

1º PASSO

Se você for realizar a compra da sua passagem através de sites intermediadores (agências de viagens/turismo) que, geralmente, apresentam preços bem mais atrativos, quando encontrar o voo ideal, deve se certificar de que aquele voo também está disponível para compra no site da própria empresa aérea.

Para isso, abra os detalhes do voo, e identifique o NÚMERO DO VOO. Esse número geralmente é iniciado sempre por 02(duas) letras, com exceção de algumas aéreas que possui apenas 01 letra. Veja esses exemplos: Voo LA3422 (Voos Latam), AD4153 (Voos Azul), G31746 (Voos Gol), CM801 (Copa Airlines), etc.

Identificado o número do voo, basta pesquisar a passagem no site da Cia. aérea e verificar se o voo que você encontrou lá no site intermediador também está sendo comercializado pela empresa.

OBS IMPORTANTE: Lembre-se que, se seu voo tem conexões, pesquise também o número do voo da conexão, pois há muitos casos em que o voo de ida e volta estão operando normalmente, mas o voo da conexão não. Isso pode lhe custar uma forte dor de cabeça.

2º PASSO

Confirmando que o voo está sendo comercializado nas duas plataformas, basta verificar agora se ele está agendado para operar normalmente na data que pretende viajar. Para isso, o passageiro poderá contar com o Sistema de Consulta de Voos Planejados da própria Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que pode ser acessado por qualquer pessoa nesse link (não há necessidade de realização de cadastro/login): 

https://sas.anac.gov.br/sas/siros/(S(c2glsh4o0arl0zjhowqbxngq))/view/registro/frmConsultaVoos

No campo “Operador Aéreo”, você deve inserir pelo menos as 03 (três) primeiras letras da empresa aérea que irá realizar seu voo. Os campos de “Origem” e “Destino” podem ser ignorados se você possuir o nº do voo em mãos, pulando diretamente para o campo “Nº Voo”. ATENÇÃO nesse campo: NÃO INSIRA LETRAS, apenas os 04 (quatro) últimos dígitos numéricos do voo (em alguns casos, apenas os últimos três dígitos).

Nos campos “Início” e “Fim”, são as datas de ida e volta. Recomenda-se pesquisar uma data por vez, ao invés de já ir preenchendo os dois campos, para que o resultado seja mais especifico. Portanto, no Campo “Início” digite a data de ida do seu voo. No campo “Fim” REPITA a data de ida do seu voo.

Para pesquisar a volta, basta digitar a data de volta no campo “Início” e repeti-la no campo “Fim”.

Dessa forma, o resultado ficará bem mais filtrado. Feito isso, é só clicar no botão “Pesquisar” e pronto! 
O voo deverá aparecer como no exemplo abaixo:

Se o resultado da pesquisa retornar apontando o voo que você deseja embarcar futuramente, é uma forte indicativa de que tudo correrá bem, pois isso quer dizer que o voo existe, está operando regularmente e a ANAC já possui um registro de agendamento desse voo para a data desejada.

Contudo, se a pesquisa não encontrar seu voo, 03 motivos devem ser considerados:

1 – O voo não está regularmente operando. Nesse caso, recomendamos procurar por outro voo. 

2 – O voo está operando, porém, por ser uma data muito distante, ainda não existe registro de agendamento no sistema de pesquisa da ANAC. Nesse caso, recomendamos entrar em contato com a Cia. Aérea para verificar se o voo estará operando na data desejada, antes de comprar. 

3 – O sistema pode estar com mau funcionamento temporário, caso em que você deverá realizar nova tentativa em outro horário. Se persistir sem resultado, considere as hipóteses anteriores.

3º PASSO

Esse passo é exatamente voltado para os passageiros que não conseguirem encontrar seu voo através das pesquisas recomendadas no passo anterior. É uma outra forma de PRESUMIR que seu voo está operando normalmente e não vai lhe causar problemas futuros.

O passageiro pode consultar o Histórico de Voos Passados através do controle de Voo Regular Ativo (VRA) da ANAC, através desse link: https://sas.anac.gov.br/sas/bav/view/frmConsultaVRA

Recomenda-se essa técnica de pesquisa, pois se o voo que você deseja comprar não for encontrado nas pesquisas anteriores (de voos futuros), mas vem operando normalmente no presente, isso quer dizer que a linha aérea se encontra ativa e muito provavelmente irá permanecer assim até a data em que você deseja decolar.

Sabendo disso, as orientações para preenchimento dos campos de pesquisa são iguais às informadas no 2º passo, porém com duas pequenas diferenças.

A primeira diferença é em relação à data. Por volta do dia 15 de cada mês, a ANAC disponibiliza o histórico de voos do mês anterior, portanto, você não conseguirá consultar nesse sistema, por exemplo, se o voo que deseja embarcar decolou “ontem”. Sua pesquisa deverá sempre respeitar esse intervalo de tempo que a ANAC leva para disponibilizar as informações.

Dessa forma, o que você deverá adicionar nos campos “Início” e “Fim” são datas do mês anterior, como no exemplo abaixo (considerando que estamos em fevereiro de 2021):

Perceba que foi utilizado o mesmo voo do exemplo do 2º passo, o voo AD4006 da empresa aérea Azul. Conclui-se que esse voo está operando normalmente, pois além de ter sido constatado que ele está programado para decolar em datas futuras, nessa nova pesquisa foi identificado que durante todo o mês de janeiro ele decolou normalmente.

É possível ver isso nas informações destacadas na imagem: Partida Prevista, Partida Real, Chegada Prevista e Situação Voo: Realizado.

Nesse caso, pode ser considerado seguro comprar uma passagem para esse voo.

Mas, o que fazer quando ocorre o
cancelamento ou atraso do voo durante a pandemia?

Ainda que o passageiro tome todos os cuidados possíveis no momento da compra de uma passagem aérea, é possível que fatores externos ou internos contribuam para um cancelamento ou atraso do voo, por exemplo: mau tempo (situações climáticas), manutenção não programada na aeronave, voo lotado (overbooking), aeroporto com restrições, etc.

O que é importante ter em mente é que o passageiro deve ser comunicado desse cancelamento com pelo menos 72 horas de antecedência, segundo a Resolução nº 400, da ANAC, para que o mesmo tenha tempo hábil de se reprogramar com a Cia. Aérea e com os seus compromissos. Mas, nem sempre as empresas aéreas ou agências de turismo cumprem com esse dever de informação.

Então, para quem não recebe esse aviso e é surpreendido com o cancelamento do voo no aeroporto, provavelmente, vai ter que enfrentar também um longo atraso se quiser resolver o seu problema ali mesmo no aeroporto, pois, com sorte, a Cia. aérea poderá realoca-lo em outro voo.

Por isso, montamos alguns quadros de dicas para que você possa entender seus direitos e o que pode ser feito quando for vítima desse tipo de falha. Serão abordadas duas situações: quando o passageiro recebe o aviso de cancelamento antecipado e quando é pego de surpresa no aeroporto. Além disso, há também as hipóteses em que poderá ser solicitada uma indenização pelo passageiro e os documentos que necessários para essa solicitação:

Quando há o Aviso Prévio de Cancelamento (72 horas ou menos)

Detalhes da opção (válido para Empresas Aéreas e Agências de Viagens)

A(s) empresa(s) deverá(ão) reacomodar o passageiro em outro voo, da própria companhia aérea, ou de outra, para que o mesmo possa realizar sua viagem.

Situações Passíveis de Indenização

Nos casos em que houverem outros voos da própria Cia. Aérea ou de outras para o mesmo destino, no mesmo dia (ou dia seguinte) e com horários similares/próximos sendo comercializados e, ao passageiro, não é oferecida a reacomodação, resultando na perda de um compromisso importante, ou causando frustrações e situações que caracterizem dano moral, além dos danos materiais.   

Detalhes da opção (válido para Empresas Aéreas e Agências de Viagens)

Não sendo possível a reacomodação, ou se for de preferência do passageiro, deverá(ão) a(s) empresa(s) remarcar(em) seu voo para a data de sua conveniência, de acordo com a disponibilidade do passageiro e da empresa aérea. 

Situações Passíveis de Indenização

Nos casos em que a empresa aérea ou agência de viagens exija taxas, multas ou valores de qualquer outra natureza para a remarcação do voo.

Detalhes da opção (válido para Empresas Aéreas e Agências de Viagens)

Caso não seja interessante para o passageiro nenhuma das duas opções acima, poderá exigir o reembolso integral da passagem, lembrando que, em virtude da Lei nº 14.034, esse reembolso poderá ser pago somente no prazo de 12 meses, contado a partir da data do voo cancelado.

Situações Passíveis de Indenização

Nos casos em que a empresa aérea ou agência de viagens condicione o reembolso ao pagamento de taxas ou descontos indevidos, ou não cumpram com o prazo estipulado em lei. 

 

Detalhes da opção

Se o passageiro PREFERIR, pode optar por receber um crédito (Voucher) no lugar do reembolso. Esse crédito será em valor maior ou igual ao da passagem aérea, a ser utilizado, em nome próprio ou de terceiro, para a aquisição de produtos ou serviços oferecidos pela empresa aérea ou agência de viagens, no prazo de até 18 (dezoito) meses, contados de seu recebimento. Diferentemente do pedido de reembolso, o prazo para recebimento desse crédito é de 07 (sete) dias, contados da solicitação do passageiro.

Situações Passíveis de Indenização

Nos casos em que o crédito disponibilizado pela empresa aérea ou agência de viagem seja inferior ao valor da passagem adquirida, ou expirem antes do prazo de 18 meses.

Quando o passageiro não recebe aviso prévio e comparece ao aeroporto

Nesses casos, a situação se agrava, pois você se organiza, prepara suas bagagens, se desloca de sua residência até o aeroporto (que muitas vezes é localizado em outra cidade), e ao chegar para o embarque, descobre que seu voo foi cancelado, ou que nem estava programado para viajar naquele dia. E se quiser resolver sua situação ali mesmo no aeroporto, oportunidade em que poderá ser realocado para outro voo, muito provavelmente também será submetido a um longo atraso até a situação ser resolvida ou até chegar o horário do próximo voo. 

Diante disso, as possibilidades de uma compensação financeira aumentam, pois muitas vezes o consumidor/passageiro não recebe a devida assistência da empresa aérea.

Por isso, sendo o voo cancelado, o passageiro sempre terá à sua disposição as opções elencadas no quadro anterior, porém nesse quadro serão abordadas as Assistências Materiais imediatas que devem ser exigidas nos casos em que os passageiros precisam, ou não tem outra alternativa senão aguardar um próximo voo no aeroporto. 

Assistência Material devida

Facilidades de comunicação: fornecimento de sinal de internet, ligações, ou qualquer outro meio que o passageiro possa utilizar para se comunicar.

Situações Passíveis de Compensação (material)

Os passageiros que, sem condições, forem submetidos a custear meios de comunicação sob a negativa da empresa aérea em fornecer tal assistência, poderão requerer um reembolso dos valores gastos (dano material).

Documentos Comprobatórios

Comprovantes de gastos: nota fiscal, ou qualquer outro documento que comprove o valor pago para se comunicar.

Assistência Material devida

Alimentação: fornecimento de refeição ou voucher individual para se alimentar em restaurantes/lanchonetes enquanto espera pelo próximo voo.

Situações Passíveis de Compensação (material)

Em caso de não fornecimento de alimentação pela empresa aérea, o passageiro poderá requerer um reembolso dos valores que tiver que gastar para se alimentar.

Documentos Comprobatórios

Comprovantes de gastos: nota fiscal de lanchonete ou restaurante, extrato bancário (cartão de crédito ou débito), etc.

Assistência Material devida

  • Serviço de Hospedagem quando houver necessidade de pernoite até chegar o horário de embarque do próximo voo;
  • Traslado de Ida e Volta para o hotel, ou para a residência do passageiro, quando residir na mesma cidade onde se localiza o aeroporto;
  • Realização da viagem por outro meio de transporte quando não houverem voos disponíveis em horário próximo, ou a requerimento do passageiro.

Situações Passíveis de Compensação (material)

Em casos onde a empresa aérea, ou agência de viagens não fornece esses tipos de assistências e deixa tudo a cargo do passageiro, além dos danos materiais, poderão ser gerados danos morais, por toda a situação à qual o passageiro fica exposto.

Além disso, ainda que a(s) empresa(s) forneça tal assistência, ainda poderá o passageiro se expor a situações que lhe gerem o direito de reparação moral. Um exemplo disso é a perda de conexão, consequente do atraso, que pode fazer o passageiro perder seus compromissos.

Documentos Comprobatórios

  • Comprovante de Hospedagem: Declaração de estadia do Hotel, ou Check-in e Check-out;
  • Comprovante de traslado: voucher fornecido pela empresa aérea, ou comprovantes de pagamentos realizados em Táxi, aplicativos de transporte, etc;
  • Extrato bancário;
  • Comprovante de realização de viagem por outro meio de transporte: fotos, vídeos, declaração da Cia. Aérea emitida no balcão da empresa, etc.

Todas essas assistências valem também para os casos em que há somente o atraso do voo, sem precedência do cancelamento.

IMPORTANTE: nos casos em que os consumidores realizam a compra da passagem por meio de cartão de créditos ou outros instrumentos de pagamento, e venha ocorrer o cancelamento do voo, o consumidor pode exigir que a empresa aérea ou agência de viagens  adote as providências necessárias perante a instituição bancária para que ocorra a imediata interrupção da cobrança de eventuais parcelas que ainda não tenham sido debitadas, sendo que os valores já pagos e debitados, poderão ser restituídos pelas empresas no prazo de 12 meses, ou em forma de créditos, como já explicado

E se o passageiro quiser desistir do voo em razão da pandemia?

Em relação à desistência de voos que estão programados para decolar entre 19 de março de 2020 e 31 de outubro de 2021, devem ser observadas as diretrizes da Lei nº 14.034 de 2020, que serão ilustradas nos quadros a seguir:

Opções do Passageiro:

  • Reembolso no prazo de 12 meses, sujeito ao pagamento de eventuais penalidades contratuais;
  • Obtenção de créditos (Voucher) de valor correspondente ao da passagem aérea adquirida, SEM QUALQUER PENALIDADE, no prazo de 07 dias, em nome próprio ou de terceiro, para a aquisição de produtos ou serviços oferecidos pela empresa aérea ou agência de viagens, no prazo de até 18 (dezoito) meses, contados de seu recebimento.

Situações Passíveis de Compensação Financeira

Nos casos em que houverem exacerbada cobrança de taxas ou multas abusivas e em casos em que o voucher (créditos) for inferior ao valor da passagem, ou expirem antes do prazo de 18 meses.

Opções do Passageiro:

  • Se o passageiro não fizer a desistência em 24 horas, poderá pedir o reembolso, mas receberá no prazo de 12 meses e estará sujeito às penalidades contratuais;
  • Além disso a empresa aérea não ficará obrigada a oferecer a opção de reembolso em créditos (voucher).

Situações Passíveis de Compensação Financeira

Nos casos em que houverem exacerbada cobrança de taxas ou multas abusivas.

Opções do Passageiro:

Prevalecerá o disposto na Resolução nº 400, da ANAC, que determina que o passageiro não terá qualquer ônus contratual. Ou seja, terá direito ao reembolso integral!

Situações Passíveis de Compensação Financeira

Nos casos em que a empresa aérea não realize o reembolso integral ao passageiro, ou condicione esse reembolso à cobranças de taxas e/ou multas.

Após ter verificado a situação na qual você se identifica nos quadros acima, você já deve estar sabendo de todos os direitos que podem ser exigidos, mas, ainda assim, vamos deixar um resumo do que fazer mediante o cancelamento ou atraso de voo. Confira: 

      01.  Exigir as opções disponíveis de acordo com a situação: quando há o aviso prévio de cancelamento do voo, ou quando o passageiro comparece ao aeroporto sem informação prévia.

     02.   Atente-se aos “Acordos de Balcão”. Em muitos casos em que o passageiro está presente no aeroporto e se dirige ao balcão da empresa aérea para tentar resolver o seu problema, algumas empresas podem oferecer uma solução rápida através de acordos onde estipulam termos e valores para “indenizar” o cliente, mas que na maioria das vezes não são justos o suficiente a reparar o problema. Se for o seu caso, procure um profissional especializado para analisar o referido acordo e garantir que você não foi prejudicado.

   03.  Se necessário, Abrir Reclamações em sites voltados a intermediações entre o consumidor e empresas, como o ReclameAqui e o Consumidor.Gov, por exemplo.

    04.  Reunir TODAS as documentações comprobatórias, caso o passageiro não encontre solução com a empresa aérea ou agência de viagem. Seja por cancelamento, ou pelo atraso, é importante ter em mãos todos os documentos relativos ao voo e às circunstâncias que emergiram do problema para uma posterior reivindicação de reparação moral e/ou material. Para isso, a IndenizAero preparou a seguinte lista: 

a)   Comprovações de Tentativas de Solução do Problema:  seja por ligação, e-mail, chat da empresa, redes sociais, sites de reclamações, ou qualquer outro meio que o passageiro tente se utilizar para resolver seu problema, é importante sempre salvar consigo os protocolos de ligação, prints de tela, e-mails, etc.

b)    Confirmação de Compra da Passagem ou Bilhete de Embarque (voucher) físico ou eletrônico do voo que foi cancelado e do voo para o qual o passageiro foi realocado (geralmente esses documentos são enviados no e-mail do comprador da passagem, assim que finalizada a compra);

c)    Declaração de Contingência ou de Cancelamento: é um documento que pode ser solicitado no próprio balcão da Cia. Aérea onde será registrado o motivo do cancelamento ou atraso;

d) Comprovantes de Gastos necessários em razão do cancelamento ou atraso (alimentação, táxi, aplicativos de transporte, passagens rodoviárias, pernoite em hotel, etc.);

e)  Declaração de Estadia em Hotel ou Comprovante de Check-in e Chek-out. Nos casos em que for providenciada a assistência de hospedagem ao passageiro, é importante solicitar esses documentos no estabelecimento em que for pernoitar. Além disso, caso o passageiro tenha contratado serviço de hospedagem para a sua viagem e, devido ao problema ocorrido com o voo, acabou perdendo alguma diária, ou até sendo obrigado a pagar por diárias extras é essencial ter em mãos esses documentos.

f)     Comprovantes de Outros Prejuízos. Se o passageiro tinha um compromisso de trabalho, por exemplo, na viagem que foi cancelada, ou atrasada, é importante reunir as informações que comprovam esse compromisso. E-mails do empregador ou contratante, conversas no whatsapp, entre outros.

g)  Fotos e Vídeos sempre que possível, do painel do aeroporto onde consta a informação do voo cancelado, ou de situações vexatórias as que o passageiro tenha sido submetido. 

a)   Comprovações de Tentativas de Solução do Problema:  seja por ligação, e-mail, chat da empresa, redes sociais, sites de reclamações, ou qualquer outro meio que o passageiro tente se utilizar para resolver seu problema, é importante sempre salvar consigo os protocolos de ligação, prints de tela, e-mails, etc.

b)    Confirmação de Compra da Passagem ou Bilhete de Embarque (voucher) físico ou eletrônico do voo que foi cancelado e do voo para o qual o passageiro foi realocado (geralmente esses documentos são enviados no e-mail do comprador da passagem, assim que finalizada a compra);

c)    Declaração de Contingência ou de Cancelamento: é um documento que pode ser solicitado no próprio balcão da Cia. Aérea onde será registrado o motivo do cancelamento ou atraso;

d) Comprovantes de Gastos necessários em razão do cancelamento ou atraso (alimentação, táxi, aplicativos de transporte, passagens rodoviárias, pernoite em hotel, etc.);

e)  Declaração de Estadia em Hotel ou Comprovante de Check-in e Chek-out. Nos casos em que for providenciada a assistência de hospedagem ao passageiro, é importante solicitar esses documentos no estabelecimento em que for pernoitar. Além disso, caso o passageiro tenha contratado serviço de hospedagem para a sua viagem e, devido ao problema ocorrido com o voo, acabou perdendo alguma diária, ou até sendo obrigado a pagar por diárias extras é essencial ter em mãos esses documentos.

f)     Comprovantes de Outros Prejuízos. Se o passageiro tinha um compromisso de trabalho, por exemplo, na viagem que foi cancelada, ou atrasada, é importante reunir as informações que comprovam esse compromisso. E-mails do empregador ou contratante, conversas no whatsapp, entre outros.

g)  Fotos e Vídeos sempre que possível, do painel do aeroporto onde consta a informação do voo cancelado, ou de situações vexatórias as que o passageiro tenha sido submetido. 

     05.   Procurar Orientação Profissional adequada. Caso não seja possível resolver seu problema sozinho, procure sempre um profissional especializado na área para que possa lhe orientar e conduzi-lo a uma solução.

     06.   Atente-se com o prazo! Para voos nacionais, o consumidor tem um prazo de 05 anos para reivindicar seus direitos. Para voos internacionais, esse prazo é de 02 anos. 

Vale lembrar que independentemente do passageiro possuir ou não a documentação completa relativa ao seu problema, podem haver diversas outras maneiras de conseguir o que for necessário posteriormente, com a orientação correta.

Além disso, ainda que a Cia. Aérea ou agência de viagem forneça todas as assistências possíveis, O PASSAGEIRO AINDA PODE SER INDENIZADO, dependendo de cada situação. Por isso, sempre que ocorrerem problemas com voos é importante que o passageiro busque a orientação devida.

E é exatamente nisso que somos especializados: Prestar as informações necessárias em apoio ao consumidor e trazer soluções imediatas para o seu problema aéreo!

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